terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Paradoxo do amor

O amado, deseja a amante, insone. Aí, vigília é oneiros. Se hipnos nos faz sonhar, quando amamos já não dormimos e, doce paradoxo! Ei-nos a sonhar acordado. Já não se pode dormir ou não se quer acordar. (Maggy Anthony - As mulheres na vida de Jung, pág. 30)

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